Na Venezuela de Chávez foi tomada uma medida extremista, mas interessante (muitas outras lá aplicadas também são extremistas, mas nem todas interessantes): para além da proibição de videojogos e brinquedos violentos, a sua venda, importação, desenvolvimento ou alugar dará prisão.
Não sei se prisão seria necessário, mas pelo menos a proibição destas formas de diversão, assim como de programas televisivos violentos, para crianças seria algo útil se aplicado em Portugal, do meu ponto de vista, claro está.
Já que os pais contemporâneos não têm tempo, capacidade e/ou vontade para estarem atentos àquilo que os seus filhos assistem e praticam, este tipo de medidas parece-me indispensável para limitar os desvios a um crescimento saudável.
Interessante seria também que os especialistas nesta área tivessem espaço nos Media e a atenção dos legisladores para uma discussão mais aprofundada e consequente do tema.
domingo, 1 de novembro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009
PPR's e empresas cotadas em Bolsa não são males capitalistas?!
Pensei eu ter ouvido um dia falar o Prof. Francisco Louçã sobre os males dos bancos, dos lucros destes e de outros instrumentos capitalistas assentes nos meios financeiros.
Por certo que ouvi mal, já que parece que esse honesto economista e político até investiu qualquer coisa num Plano Poupança Reforma - PPR. E eu a pensar que os senhores do BE já tinham criticado os benefícios fiscais inerentes a esse produto financeiro estruturado... Muito estruturado até porque um PPR pode assentar em outros fundos de investimento e variadas acções. E consequentemente tais fundos de investimento também podem investir o capital noutros fundos e por aí adiante, até ao ponto em que já não sabemos o que cada um contém realmente e do que estão dependentes.
Também pensei que a angélica Ana Drago gostava de ver as grandes empresas portuguesas nacionalizadas e que é contra a especulação financeira. Também devo estar aí equivocado, já que tão pura pessoa deteve acções da PT em tempos, segundo o Prof. Louçã num montante a rondar os €1000. Ora se teve esse modesto montante e se já o vendeu deve ter sido apenas para especulação, pois isso a mim não me parece um investimento real. Logo, não deve ser contra a especulação financeira...
De facto ando muito desatento... Sempre pensei que o BE fosse um perigoso partido próximo da extrema esquerda, pronto a correr com todas as empresas produtivas e transformando as maiores em autênticas crateras de improdutividade.
Mas afinal este é um partido liberal, pronto a tirar vantagens de um mercado que permite a especulação a curto prazo e que pretende ajudar os bancos a aumentarem lucros.
Por certo que ouvi mal, já que parece que esse honesto economista e político até investiu qualquer coisa num Plano Poupança Reforma - PPR. E eu a pensar que os senhores do BE já tinham criticado os benefícios fiscais inerentes a esse produto financeiro estruturado... Muito estruturado até porque um PPR pode assentar em outros fundos de investimento e variadas acções. E consequentemente tais fundos de investimento também podem investir o capital noutros fundos e por aí adiante, até ao ponto em que já não sabemos o que cada um contém realmente e do que estão dependentes.
Também pensei que a angélica Ana Drago gostava de ver as grandes empresas portuguesas nacionalizadas e que é contra a especulação financeira. Também devo estar aí equivocado, já que tão pura pessoa deteve acções da PT em tempos, segundo o Prof. Louçã num montante a rondar os €1000. Ora se teve esse modesto montante e se já o vendeu deve ter sido apenas para especulação, pois isso a mim não me parece um investimento real. Logo, não deve ser contra a especulação financeira...
De facto ando muito desatento... Sempre pensei que o BE fosse um perigoso partido próximo da extrema esquerda, pronto a correr com todas as empresas produtivas e transformando as maiores em autênticas crateras de improdutividade.
Mas afinal este é um partido liberal, pronto a tirar vantagens de um mercado que permite a especulação a curto prazo e que pretende ajudar os bancos a aumentarem lucros.
domingo, 6 de setembro de 2009
Actividade reduzida
Nos últimos tempos a minha contribuição para este blogue tem sido claramente reduzida, para não dizer inexistente.
Com muita pena minha, assim deverá continuar a acontecer neste mês de Setembro. Em Outubro veremos se conseguirei voltar a escrever com alguma regularidade.
Aos poucos, mas bons, que vão acompanhando este blogue, as minhas desculpas.
Cumprimentos.
Com muita pena minha, assim deverá continuar a acontecer neste mês de Setembro. Em Outubro veremos se conseguirei voltar a escrever com alguma regularidade.
Aos poucos, mas bons, que vão acompanhando este blogue, as minhas desculpas.
Cumprimentos.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Desculpa lá!
Criar a Conta Poupança-Futuro, a favor de cada criança por ocasião do seu nascimento, destinada a incentivar:
I) a conclusão dos estudos obrigatórios
II) a criação de hábitos de poupança
III) o início de novos projecto na vida dos jovens
IV) a natalidade.
A Conta é aberta com um depósito inicial a cargo do Estado, pode ser reforçada com outros depósitos e beneficiará de um regime fiscal favorável, de modo a incentivar a poupança. A Conta será mobilizável pelo jovem titular no final dos seus estudos obrigatórios.
É um incentivo a conclusão dos estudos sem duvida.
Hábitos de poupança só se for da classe alta e média-alta com capacidade de poupança para aproveitar o regime fiscal favorável.
Como o dinheiro deve ser muito! Deve dar para financial umas saídas a noite a pala do estado dado que não estará disponível para pagar a viagem de finalistas, dava um grande estudo do comportamento dos indivíduos acabados de completar os estudos obrigatórios (já deve ser o 12º ano pelo que 17 a 19 anos) em relação aos seus gastos com uma liberdade fazerem com o dinheiro o que quiserem, devem ser um projectos de vida lindos.
Na tv isto passou como uma iniciativa para aumentar a natalidade, desculpem lá mas como?
Directamente não vejo como, se compreenderem agradecia que me explicassem!
E indirectamente é demasiado complexo e implica pensamento no longo prazo isso não dá votos!
Mas a que dizer dos os bancos que vão gerir estes CCF, não é nada mal negocio 200 euros vezes 104.600 o numero de nascimentos em 2008 (INE) é igual a 20.920.000 euros por ano para a banca, 18 anos implica uma reserva de 376.560.000 euros (sem juros) posta a disposição dos bancos portugueses não se sabendo se é o estado que escolhe o banco ou a família, e se é um CCF único ou diversificado dependendo do banco, vão dizer que não é uma boa forma de capitalização dos bancos portugueses sem o BCE poder dizer nada!
Só pagam um x dos impostos que deviam pagar por benefícios e outras artimanhas permitidas e criadas pelos vários governos portugueses, a concorrência é diminuta, tem contratos que metem medo ao diabo, como poderem alterar o spread só tendo de mandar uma carta a avisar ao hospedeiro, desculpem cliente!
Não é uma boa medida de apoio as famílias e a natalidade?
Desculpa lá!
Mas quero um baralho de cartas novo, porque este já esta totalmente viciado!
Só nos aparecem duques!
Pelas contas do Diário Económico 56.87 euros, na boa daqui a 18 anos vão oferecer 256.87 euros (sem inflação)?!*
*Só visto depois de fazer o texto
I) a conclusão dos estudos obrigatórios
II) a criação de hábitos de poupança
III) o início de novos projecto na vida dos jovens
IV) a natalidade.
A Conta é aberta com um depósito inicial a cargo do Estado, pode ser reforçada com outros depósitos e beneficiará de um regime fiscal favorável, de modo a incentivar a poupança. A Conta será mobilizável pelo jovem titular no final dos seus estudos obrigatórios.
É um incentivo a conclusão dos estudos sem duvida.
Hábitos de poupança só se for da classe alta e média-alta com capacidade de poupança para aproveitar o regime fiscal favorável.
Como o dinheiro deve ser muito! Deve dar para financial umas saídas a noite a pala do estado dado que não estará disponível para pagar a viagem de finalistas, dava um grande estudo do comportamento dos indivíduos acabados de completar os estudos obrigatórios (já deve ser o 12º ano pelo que 17 a 19 anos) em relação aos seus gastos com uma liberdade fazerem com o dinheiro o que quiserem, devem ser um projectos de vida lindos.
Na tv isto passou como uma iniciativa para aumentar a natalidade, desculpem lá mas como?
Directamente não vejo como, se compreenderem agradecia que me explicassem!
E indirectamente é demasiado complexo e implica pensamento no longo prazo isso não dá votos!
Mas a que dizer dos os bancos que vão gerir estes CCF, não é nada mal negocio 200 euros vezes 104.600 o numero de nascimentos em 2008 (INE) é igual a 20.920.000 euros por ano para a banca, 18 anos implica uma reserva de 376.560.000 euros (sem juros) posta a disposição dos bancos portugueses não se sabendo se é o estado que escolhe o banco ou a família, e se é um CCF único ou diversificado dependendo do banco, vão dizer que não é uma boa forma de capitalização dos bancos portugueses sem o BCE poder dizer nada!
Só pagam um x dos impostos que deviam pagar por benefícios e outras artimanhas permitidas e criadas pelos vários governos portugueses, a concorrência é diminuta, tem contratos que metem medo ao diabo, como poderem alterar o spread só tendo de mandar uma carta a avisar ao hospedeiro, desculpem cliente!
Não é uma boa medida de apoio as famílias e a natalidade?
Desculpa lá!
Mas quero um baralho de cartas novo, porque este já esta totalmente viciado!
Só nos aparecem duques!
Pelas contas do Diário Económico 56.87 euros, na boa daqui a 18 anos vão oferecer 256.87 euros (sem inflação)?!*
*Só visto depois de fazer o texto
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Bela desculpa
O PUALZE - Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zona Envolvente foi aprovado há cerca de 2 semanas na Assembleia Municipal de Lisboa. PS e PCP votaram a favor, PSD absteve-se, tal como CDS-PP e PEC e o BE votou contra.
O que isto tem de especial? Bom, é que supostamente o PSD era contra a habitação na Av. da Liberdade, de um modo geral. Então porque se abstiveram os seus representantes na Assembleia Municipal? Bom, segundo Saldanha Serra, líder da bancada do PSD, os deputados sociais-democratas pensavam estar a votar a alteração de um determinado artigo e não o plano final.
Como se pode ser tão distraído relativamente a assuntos de importância pública? Bom, acho que infelizmente cada um de nós tem a percepção por quem é governado há décadas...
O que isto tem de especial? Bom, é que supostamente o PSD era contra a habitação na Av. da Liberdade, de um modo geral. Então porque se abstiveram os seus representantes na Assembleia Municipal? Bom, segundo Saldanha Serra, líder da bancada do PSD, os deputados sociais-democratas pensavam estar a votar a alteração de um determinado artigo e não o plano final.
Como se pode ser tão distraído relativamente a assuntos de importância pública? Bom, acho que infelizmente cada um de nós tem a percepção por quem é governado há décadas...
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Voto inútil
Agora que estão passadas as Eleições Europeias e que ainda faltam uns meses para Legislativas e Autárquicas, sinto-me à vontade para falar numa espécie de teoria preconizada por muitos eleitores que se dão ao trabalho de exercer o seu direito de voto.
Desta forma, não venho aqui defender que se vote em A, B ou C, quero apenas pôr em causa a frágil estrutura desta ideia enraizada na nossa sociedade.
Ora então, quando falo com amigos, conhecidos ou, até, estranhos sobre eleições, especialmente no que às Legislativas diz respeito, por vezes confidencio as minhas intenções de voto e oiço também as intenções das outras pessoas. Muitas e muitas me dizem que votam em quem possa derrubar o Governo (sim, porque em Portugal vota-se para derrubar algo e não para tentar eleger os que achamos melhores), ao que eu respondo que é muito vago, tentando perceber em que partido em concreto irão votar, se assim não se importarem de me o dizer. E é nesse preciso momento que surge a hilária teoria: vota-se num partido que possa ganhar, como se estivesse escrito algures que entre “x” partidos, apenas 2 podem ganhar. Ou seja, as pessoas olham para as sondagens e vêm quais os dois partidos que aparecem na frente (PS e PSD) e depois basta escolher o que está na oposição, para castigar o Governo.
Bem, eu concordo que se as pessoas consideram que o Governo está a fazer um mau trabalho, então devem de procurar alternativas. O problema aqui é que não há procura nenhuma: entendem que a única forma de trocar de governação é votar no partido da oposição que aparece melhor nas sondagens – dizem-me que apenas esse pode “roubar” votos ao PS ou PSD, conforme quem está na altura no Poder. Se isto é verdade deixo aqui uma sugestão: coloque-se no boletim de voto apenas PS e PSD, para não cansar a vista aos eleitores!
Mas esses eleitores que conseguem teorizar tão brilhante raciocínio, não são capazes de perceber que passados quatro anos estão a votar nos mesmos que querem derrubar no Presente. E assim sucessivamente. Sim, porque se vão mudando as caras dos Primeiros-Ministros, boa parte dos deputados continua na Assembleia e muitos membros de ex-Governos voltam à Governação.
Continua a fazer sentido o voto útil? Vamos lá, mais um esforço então se existe alguém que ainda não possa compreender: não faz sentido oferecer-mos uma maioria absoluta a alguém que também já deu provas de incompetência na função, mesmo que acreditemos que só se pode governar com maioria absoluta. O que será pior: não ter maioria absoluta - que é um horror para muita gente, mas não para mim -, ou ter uma maioria absoluta incompetente e desinteressada dos reais problemas do País e dos seus cidadãos?
O sistema está pútrido há muito e não percebo como se pode defender que continuemos a entregar o nosso voto a esse tipo de gente. Senão, relembro-vos aqui dois tristes episódios que são bons exemplos daquilo que esses senhores fazem pela Assembleia da República:
Desta forma, não venho aqui defender que se vote em A, B ou C, quero apenas pôr em causa a frágil estrutura desta ideia enraizada na nossa sociedade.
Ora então, quando falo com amigos, conhecidos ou, até, estranhos sobre eleições, especialmente no que às Legislativas diz respeito, por vezes confidencio as minhas intenções de voto e oiço também as intenções das outras pessoas. Muitas e muitas me dizem que votam em quem possa derrubar o Governo (sim, porque em Portugal vota-se para derrubar algo e não para tentar eleger os que achamos melhores), ao que eu respondo que é muito vago, tentando perceber em que partido em concreto irão votar, se assim não se importarem de me o dizer. E é nesse preciso momento que surge a hilária teoria: vota-se num partido que possa ganhar, como se estivesse escrito algures que entre “x” partidos, apenas 2 podem ganhar. Ou seja, as pessoas olham para as sondagens e vêm quais os dois partidos que aparecem na frente (PS e PSD) e depois basta escolher o que está na oposição, para castigar o Governo.
Bem, eu concordo que se as pessoas consideram que o Governo está a fazer um mau trabalho, então devem de procurar alternativas. O problema aqui é que não há procura nenhuma: entendem que a única forma de trocar de governação é votar no partido da oposição que aparece melhor nas sondagens – dizem-me que apenas esse pode “roubar” votos ao PS ou PSD, conforme quem está na altura no Poder. Se isto é verdade deixo aqui uma sugestão: coloque-se no boletim de voto apenas PS e PSD, para não cansar a vista aos eleitores!
Mas esses eleitores que conseguem teorizar tão brilhante raciocínio, não são capazes de perceber que passados quatro anos estão a votar nos mesmos que querem derrubar no Presente. E assim sucessivamente. Sim, porque se vão mudando as caras dos Primeiros-Ministros, boa parte dos deputados continua na Assembleia e muitos membros de ex-Governos voltam à Governação.
Continua a fazer sentido o voto útil? Vamos lá, mais um esforço então se existe alguém que ainda não possa compreender: não faz sentido oferecer-mos uma maioria absoluta a alguém que também já deu provas de incompetência na função, mesmo que acreditemos que só se pode governar com maioria absoluta. O que será pior: não ter maioria absoluta - que é um horror para muita gente, mas não para mim -, ou ter uma maioria absoluta incompetente e desinteressada dos reais problemas do País e dos seus cidadãos?
O sistema está pútrido há muito e não percebo como se pode defender que continuemos a entregar o nosso voto a esse tipo de gente. Senão, relembro-vos aqui dois tristes episódios que são bons exemplos daquilo que esses senhores fazem pela Assembleia da República:
quinta-feira, 28 de maio de 2009
E viva “o todos ao molhe e fé em deus”!!!
Não é que a barbaridade que o Vítor Constâncio disse esta correcta!
Não que se mandassem a n juristas, teriam n respostas sobre as obrigações associadas a lei, mas em sitio algum se diz que o B.P. tem como objectivo a procura de fraudes e a auditoria das instituições a supervisão sujeitas.
SECÇÃO III
Exercício da supervisão
Artigo 17.º
Compete ao Banco exercer a supervisão das instituições de crédito,
sociedades financeiras e outras entidades que lhe estejam legalmente
sujeitas, nomeadamente estabelecendo directivas para a sua actuação e para
assegurar os serviços de centralização de riscos de crédito, nos termos da
legislação que rege a supervisão financeira.
A “supervisão providencial” vigiar a aplicação das directivas feitas pelo B.P. para assegurar o bom funcionamento do sistema financeiro português.
Ok, a politica monetária é feita no BCE!
A supervisão não tem como finalidade o controlo das actividades dos bancos, mas sim ver se eles estão a respeitar n parâmetros e a ter uma actuação espectável (mas sem haver um controlo real da segunda), havendo total liberdade até a casa começar a cair.
Mais as publicações e feitura de estatísticas e calculo de indicadores económicos.
Este é o trabalho do B.P.!
Então quem é que esta exercer verdadeira supervisão ao sistema financeiro português a PJ? Deve ter uns meios de luxo para o fazer!
A autoridade da concorrência? (seria uma boa piada se não fosse a gravidade das consequências associada a sua inoperância, mas mesmo que funcione entrava nos tribunais! Mas pelo menos existe, já é alguma coisa em comparação a outras áreas onde nem o esboço de mecanismos de controlo existem).
Não são os auditores!
Empresas de auditoria privadas, com o objectivo de ter lucros! Podendo pequenas empresas fazer a auditoria de uma empresa da complexidade de um banco, o que esperavam?
“Que a natural bondade do ser humano viesse ao de cima”
Sempre pensei que com o euro a principal actividade do B.P. “fosse exercer a supervisão das instituições de crédito, sociedades financeiras e outras entidades que lhe estejam legalmente sujeitas”.
Em Portugal o pensamento lógico é um mau estimador!
Não é o único, mas tal não trás satisfaçam nenhuma, compreender que o tamanho do cancro da sociedade portuguesa, se esta a tornar tão grande que os ganhos de Abril podem ir por águas mil!
Não que se mandassem a n juristas, teriam n respostas sobre as obrigações associadas a lei, mas em sitio algum se diz que o B.P. tem como objectivo a procura de fraudes e a auditoria das instituições a supervisão sujeitas.
SECÇÃO III
Exercício da supervisão
Artigo 17.º
Compete ao Banco exercer a supervisão das instituições de crédito,
sociedades financeiras e outras entidades que lhe estejam legalmente
sujeitas, nomeadamente estabelecendo directivas para a sua actuação e para
assegurar os serviços de centralização de riscos de crédito, nos termos da
legislação que rege a supervisão financeira.
A “supervisão providencial” vigiar a aplicação das directivas feitas pelo B.P. para assegurar o bom funcionamento do sistema financeiro português.
Ok, a politica monetária é feita no BCE!
A supervisão não tem como finalidade o controlo das actividades dos bancos, mas sim ver se eles estão a respeitar n parâmetros e a ter uma actuação espectável (mas sem haver um controlo real da segunda), havendo total liberdade até a casa começar a cair.
Mais as publicações e feitura de estatísticas e calculo de indicadores económicos.
Este é o trabalho do B.P.!
Então quem é que esta exercer verdadeira supervisão ao sistema financeiro português a PJ? Deve ter uns meios de luxo para o fazer!
A autoridade da concorrência? (seria uma boa piada se não fosse a gravidade das consequências associada a sua inoperância, mas mesmo que funcione entrava nos tribunais! Mas pelo menos existe, já é alguma coisa em comparação a outras áreas onde nem o esboço de mecanismos de controlo existem).
Não são os auditores!
Empresas de auditoria privadas, com o objectivo de ter lucros! Podendo pequenas empresas fazer a auditoria de uma empresa da complexidade de um banco, o que esperavam?
“Que a natural bondade do ser humano viesse ao de cima”
Sempre pensei que com o euro a principal actividade do B.P. “fosse exercer a supervisão das instituições de crédito, sociedades financeiras e outras entidades que lhe estejam legalmente sujeitas”.
Em Portugal o pensamento lógico é um mau estimador!
Não é o único, mas tal não trás satisfaçam nenhuma, compreender que o tamanho do cancro da sociedade portuguesa, se esta a tornar tão grande que os ganhos de Abril podem ir por águas mil!
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Pausa pessoal
Caros leitores,
Venho apresentar as minhas desculpas pela pouca frequência com que tenho apresentado novos textos. Lamento informar que assim continuará a ser nas próximas semanas. Outros tipos de tarefas chamam por mim!
Deixo-vos assim por uns tempos, mas não de «mãos a abanar»!
Mesmo que não gostem do tipo de música, são capazes de achar piada à letra:
(Atenção: não me responsabilizo, obviamente, pelas imagens apresentadas. A música não tem video clip oficial. Apenas vos quero apresentar a letra.)
Venho apresentar as minhas desculpas pela pouca frequência com que tenho apresentado novos textos. Lamento informar que assim continuará a ser nas próximas semanas. Outros tipos de tarefas chamam por mim!
Deixo-vos assim por uns tempos, mas não de «mãos a abanar»!
Mesmo que não gostem do tipo de música, são capazes de achar piada à letra:
(Atenção: não me responsabilizo, obviamente, pelas imagens apresentadas. A música não tem video clip oficial. Apenas vos quero apresentar a letra.)
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